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Hélio Morais lança o profundo “Pisaduras”, seu segundo álbum solo

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Lisboa, fevereiro de 2024 – No dia 23 de fevereiro, o cantor, compositor, produtor musical e multi-instrumentista português Hélio Morais lança o profundo Pisaduras, seu segundo álbum solo, pelo selo A Lavoura e com distribuição da Altafonte. A intensa obra, um indie pop com folk, revisita de forma íntima o seu truculento passado e, nesse processo, faz as pazes com ele. Com produção do próprio artista e de Benke Ferraz (Boogarins), conta com a participação de um time de músicos brasileiros e portugueses. Além de Benke, estão no disco KastrupToca Ogan (Nação Zumbi), LUMANZIN (também da 131), ÁIYÉLARIE (anteriormente conhecide como Labaq) e Djalma Rodrigues, assim como os lusitanos Cássio SalesRui CarvalhoMiguel FerradorRita Onofre e Edgar Valente.

“A minha relação afetiva com o Brasil começou em 2015. Fui de férias, voltei assoberbado, a sentir-me pequenino. Mas a sentir-me pequenino por me ver colocado perante tanta coisa por aprender, questionar e acolher. Política, social e musicalmente. E a cada vez que volto ao Brasil, a vontade de permanecer aumenta”, conta Hélio“Em 2019, voltei a atravessar o Atlântico três vezes, com a banda PAUS. Primeiro para gravar o EP LXSP na RedBull Station, que nos fez conhecer o Kastrup e a Maria Beraldo, bem como estreitar laços com o Dinho (Boogarins) e o Novíssimo Edgar. Depois, em agosto, tivemos o privilégio de tocar no Bananada (Goiânia), do meu amigo Fabrício Nobre, e terminamos o ano na SIM São Paulo. Ainda em 2019, desafiei o Benke Ferraz para produzir o meu primeiro disco solo, então ainda sob o pseudônimo MURAIS. E foi assim que começou uma relação que já leva 5 anos”.

“Esse é o segundo trabalho que eu faço com o Hélio. O primeiro, MURAIS, por ser as suas ‘primeiras composições solo’, acho que tinha uma energia que misturava mais com a das bandas no qual ele já é conhecido (Linda Martini e PAUS). A minha parte do trabalho também tinha muito a ver com a minha banda, o Boogarins. Já esse disco, Pisaduras, foi um processo muito mais orgânico, onde o nosso encontro presencial ditou bastante o rumo das gravações e das canções”, relembra Benke Ferraz, coprodutor do álbum. “O violão de náilon tem um papel central na obra e tudo que vai em volta é bem orgânico. São percussões, são vozes, tudo muito pautado em ajudar a narrar a história que o Hélio tinha pra contar e que que ficou muito bem ilustrada”.

Para esse novo trabalho, Hélio ativou a sua rede de apoio brasileira para compor as colaborações nacionais do álbum. “O Fabrício apresentou-me ao Patrick Tor4, que fez a ponte com o Toca Ogan. A ÀIYÉ (Larissa Conforto), acaba por chegar ao disco em conversa com o Benke. Já nos conhecíamos e ele sugeriu que a convidasse para uma música em particular. Durante a minha estadia, em 2021, entre São Paulo, Recife e Gravatá, achei que não faria sentido não convidar Kastrup para o disco. Já em Portugal, convidei LARIE (anteriormente conhecide como Labaq), uma vez que faz parte da formação ao vivo. E foi assim que acabei por ter tantes artistas que tanto admiro em Pisaduras e que me fazem continuar a querer voltar e estreitar laços a parcerias”.

O artista já apresentou três faixas de Pisaduras ao longo do mês de fevereiro: “Sonhei Coisa Proibida”, com participação de Toca Ogan (Nação Zumbi), LUMANZIN e Benke Ferraz, “Voltas e Voltas e Voltas”, com Kastrup e Benke Ferraz, e “Almoço de Domingo”, com Kastrup e Rita Onofre. A obra é uma jornada de volta ao seu violento passado familiar, onde ele reencontra dores e traumas, mas que consegue enfim enterrá-los e seguir em frente.

“Essa é a história das minhas pisaduras. Mas não só das minhas. É, também, a história de todas as pessoas que partilharam as mesmas quatro paredes que eu. O disco começa com a tomada de consciência (“Nem Lua, Nem Marés”) de que estão perante algo maior que eu, além da minha capacidade emocional para lidar, depois passa por memórias da minha convivência com meus pais (“Pra Que Chegue ao Fim”), onde a violência era habitual. Segue para a primeira tentativa de minha mãe sair desse ciclo (“Voltas e Voltas e Voltas”), até que finalmente consegue (“Olhos Salgados”), mas com sentimento de culpa, por achar que me abandonou (sentimento que nunca tive em relação a ela, uma vez que vivi com meu pai e sei que foi sair pra sobreviver). Em seguida, eu lembro de uma vontade recorrente de que meu pai desaparecesse (“Sonhei Coisa Proibida”), por tudo o que me fazia passar. Aí tem o momento de viragem no disco (“Tábuas, Pregos e Flores”), que celebra o funeral desse passado doloroso, o fim desse ciclo de violência. E da vontade de celebrar, vem a memória das festas em casa de minha bisavó materna (“Almoço de Domingo”), para terminar com uma incógnita de para onde irei em seguida, agora que estão feitas as pazes com o passado (“Deixa o Resto”)”, explica Hélio.

Pisaduras é o segundo álbum solo do artista português, cofundador das importantes bandas do indie rock de Portugal Linda Martini e PAUS. Seu primeiro álbum solo, MURAIS, foi lançado sob o nome do projeto MURAIS, em 2021.

OUÇA PISADURAS Link 

FAIXA A FAIXA POR HÉLIO MORAIS

1. Nem Lua, Nem Marés (feat. Kastrup e Benke Ferraz)

Hélio Morais (voz, guitarra clássica, sintetizador e percussão), Benke Ferraz (sintetizadores, samples e guitarras), Guilherme Kastrup (percussão e samples), Rita Onofre (coros) e Edgar Valente (coros)

Essa música fala sobre a tomada de consciência de que sou confrontado com algo muito maior que eu e de difícil compreensão e acolhimento. Fala sobre esse sentimento de tristeza profunda e impotência, perante tal situação.

2. Pra Que Chegue Ao Fim (feat. Benke Ferraz)

Hélio Morais (voz, guitarra clássica, sintetizador e percussão), Benke Ferraz (sintetizadores, samples e guitarra) e Cláudia Guerreiro (violoncelo)

Essa música fala sobre as memórias que tenho, de criança, da casa de meus pais. Discutiam muito, gritavam muito. Não era um lugar seguro. A música meio que narra a memória de uma cena de violência que recordo, para tristeza minha.

3. Voltas e Voltas e Voltas (feat. Kastrup e Benke Ferraz)

Hélio Morais (voz), Benke Ferraz (samples), Guilherme Kastrup (percussão e berimbau), Larie (guitarra clássica) e Rita Onofre (coros)

Aqui eu canto como se fosse a minha mãe, porque também eu passei pelas mesmas violências. Fala sobre uma tentativa de escapar de um lugar onde ninguém deveria ter estado. Mas essa tentativa acaba por resultar numa volta porque, uma vez longe desse lugar, não há o reconhecimento de um porto seguro, só solidão e medo. Então acaba voltando ao mesmo lugar.

4. Olhos Salgados (feat. Benke Ferraz e ÁIYÉ)

Hélio Morais (voz, guitarra clássica e sintetizadores), Benke Ferraz (sintetizadores, samples e guitarras) e Larissa Conforto (percussão, samples e coros)

A primeira música que escrevi para o disco. Canto como se fosse a minha mãe, conseguindo, finalmente, fugir daquela situação de violência, mas com muita culpa por sentir que me abandonou. Fiz a música pra explicar pra ela que está tudo bem, que entendo o porquê e que não teria outro jeito de se salvar.

5. Sonhei Coisa Proibida (feat. Toca Ogan, Lumanzin e Benke Ferraz)

Hélio Morais (voz, piano, sintetizadores e percussão), Benke Ferraz (sintetizadores, samples e guitarras), Toca Ogan (percussão), Lumanzin (coros), Djalma Rodrigues (guitarra), Rui Carvalho (guitarra clássica) e Miguel Ferrador (sintetizador)

Até aos meus primeiros anos enquanto adulto, pensei muitas vezes “seria tão mais fácil meu pai desaparecer”. A violência era muita, o medo constante, então fantasiei muitas vezes com um lugar onde isso não existisse. E isso só existiria sem meu pai. Mas claro que tudo tem muitas camadas e também amava meu pai. Então a letra acaba sendo a fantasia de uma morte emocional dessa figura agressora – “Não te quis tirar eu a vida, fui sangrar o meu coração. Foste vivo cá dentro de mim e agora és poça no chão”.

6. Tábuas, Pregos e Flores (feat. Benke Ferraz, Toca Ogan e Lumanzin)

Hélio Morais (voz e percussão), Benke Ferraz (samples), Toca Ogan (percussão), Lumanzin (coros) e Edgar Valente (coros)

Em adulto, por mais que tenha consciência de que a experiência também me moldou e definiu (nem que seja pelo oposto), a verdade é que me considero feliz. Então esta letra acaba sendo um funeral desse meu passado (“Tenho à vista um caixão espelhado. O meu duplicado vai a enterrar. Deito flores sobre o meu passado. Choro emocionado por poder sonhar”) e é chegado o tempo de cantar e celebrar a vida. É um funeral feliz.

7. Almoço de Domingo (feat Benke Ferraz, Kastrup e Rita Osório)

Hélio Morais (voz, guitarra clássica, sintetizador e assobio), Benke Ferraz (sintetizadores, samples e guitarra), Guilherme Kastrup (percussão), e Rita Onofre (coros)

A música fala sobre as memórias que um menino português, com pais angolanos, tem dos almoços de domingo na casa de sua bisavó. Almoços onde reinava o convívio durante todo o dia, em volta da mesa e com muita música. Um lugar que fascinava esse menino, ao mesmo tempo que, crescendo já em Portugal, se via colocado num lugar muito diferente de tudo o que o rodeava. Era fascinante e queria fazer parte de tudo aquilo, mas ao mesmo tempo, e porque vivia com seu pai e não com sua mãe (neta dessa bisavó), se sentia tímido e meio deslocado, nesses almoços pontuais.

8. Deixa o Resto (feat. Benke Ferraz)

Hélio Morais (voz e guitarra clássica), Benke Ferraz (samples, guitarra clássica e percussão), Djalma Rodrigues (guitarra) e Edgar Valente (coros)

Quando estava terminando o disco, não sabia se iria querer fazer outro. Este foi muito pessoal, muito questionamento, muita terapia, muito revisitar de coisas que nem lembrava (ou reprimia). Então, a verdade é que quis terminar esse disco com um ponto de interrogação (“Espero ver-vos a todes de pé, quando sumir na maré”). Gosto dessa ideia de conhecer todo mundo bem, antes de partir, sendo que não se sabe se essa partida é um adeus ou um até já.

 

FICHA TÉCNICA

Produzido por Benke Ferraz e Hélio Morais

Gravado por Hélio Morais, Lumanzin, Djalma Rodrigues, Benke Ferraz, Cássio Sales, Guilherme Kastrup, Larissa Conforto, Rui Carvalho, Miguel Ferrador, Rita Onofre e Edgar Valente

Mixagem por Benke Ferraz e Miguel Ferrador

Masterizado por Miguel Ferrador

Vozes produzidas por Hélio Morais, Rita Onofre e Edgar Valente

As letras das músicas estão aqui: Link 

SOBRE HÉLIO MORAIS

Hélio Morais é um músico português, cofundador das bandas portuguesas Linda Martini e PAUS. Ambas são bandas fundamentais da história do indie rock português. O Linda Martini tem mais de 20 anos e passou por várias gravadoras importantes, como Universal e Sony Music (atual casa da banda), bem como pelos principais festivais do país (NOS Alive, Paredes de Coura, Primavera Sound, SBSR, Vilar de Mouros, MEO SW, etc.). A banda é frequentemente reconhecida como “Melhores Discos do Ano” e conta com uma base de seguidores ímpar. O PAUS é uma banda que viajou o mundo, fez parte da estrutura editorial, management e booking do Primavera Sound e percorreu festivais por toda a Europa, tendo editado discos pelas gravadoras El Segell del Primavera, Universal, Valentim de Carvalho e Sony. A banda também já atuou na SIM São Paulo e no festival Bananada, em Goiânia, no mesmo ano (2019) em que gravou um EP na Red Bull Station de SP, produzido por Guilherme Kastrup, com participações de o Novíssimo Edgar, Maria Beraldo e Dinho (Boogarins). E é a partir desse ano que vem desenvolvendo a sua relação com o Brasil e váries artistas da cena brasileira. No seu disco solo anterior, enquanto MURAIS, teve Benke Ferraz (Boogarins) na produção e contou com a participação de GIO (Giovani Cidreira). O novo álbum, Pisaduras, primeiro em nome próprio, conta igualmente com Benke Ferraz na produção e ainda com os artistas Kastrup, Toca Ogan (Nação Zumbi), LUMANZIN (também da 131), ÁIYÉ e LARIE (anteriormente conhecide como Labaq), entre outres artistas portugueses.

Link

Olívia Padilha é uma figura proeminente no mundo do jornalismo, marketing e assessoria de imprensa, com atuação destacada no cenário do Rio de Janeiro, especialmente em Angra dos Reis.

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Música

Deekapz anuncia line up da festa Experience, na Central 1926, em São Paulo

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Em clima de celebração, o duo Deekapz, formado pelos artistas Matheus Henrique e Paulo Vitor, anuncia a terceira edição do Deekapz Experience. O evento promove uma viagem audiovisual e sonora por todas as vertentes musicais que representam. Ao longo de sete horas de festa, o público irá presenciar a dupla tocando em diferentes formatos e ainda os repertórios dos convidados: Mochakk, Blackat, Veraneio, Cremosa Vinil e Kenan & Kel. A festa está marcada para o dia 19 de abril, na Central 1926, em São Paulo, local que recebe o triplo de pessoas desde a última edição. Ingressos a partir de R$70 disponíveis aqui. 

Após duas edições esgotadas no Cineclube Cortina, a festa se expandiu e tomou conta da Central 1926, em São Paulo. Agora, a terceira edição do Deekapz Experience terá, pela primeira vez, duas pistas com um line-up próprio. Na Pista Experience, se apresentam: Deekapz, Idontcare (vulgo Matheus Henrique), Paulo DK (vulgo Paulo Vitor) e Blackat. Já a Pista Deekapz.fm, recebe o duo de hosts tocando apenas referências e influências que formam seu repertório pela primeira vez apenas em vinil, seguido de Veraneio, Cremosa Vinil e Kenan & Kel.

Confira os horários de cada pista, a seguir:
Pista Deekapz.fm

23h – Deekapz Influences
00h – Veraneio
02h – Cremosa Vinil
04h – Kenan & Kel
05h – Encerramento

Pista Experience
00h – Blackat
01h – Set solo 01 (Idontcare)
01h45 – Set solo 02 (Paulo DK)
02h30 – Deekapz
04h – Mochakk
06h – Encerramento

Serviço:
Data: 19 de abril (sexta-feira)
Horário: das 23h às 06h
Local: Central 1926
Endereço: Praça da Bandeira, 137 – Centro Histórico de São Paulo, SP
Valor: a partir de R$70
Informações e Ingressos: https://www.zig.tickets/eventos/deekapz-experience

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Música

Banda MIM retorna com single “Sol Bemol”, faixa que resgata o espírito do Pop Rock em espanhol

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Ouça agora o single “Sol Bemol”

Assista ao clipe

São Paulo, 12 de abril de 2024 A banda MIM lança o seu mais novo single, “Sol Bemol”, pela Marã Música. A faixa, que chega em todas as plataformas digitais e é gravada em espanhol, explora a dicotomia entre trabalho e arte.

“Na música, falamos sobre a realidade da maioria dos artistas hoje no Brasil, onde é necessário trabalhar para motivar o que traz significado real pra vida. A função das necessidades práticas do cotidiano para viver é o abstrato e lúdico que alimenta a alma humana para sobreviver”, compartilha a banda MIM sobre a essência da música.

A faixa, que foi gravada no renomado estúdio Midas Music, tem produção musical de Fernando Prado. A banda MIM, conhecida por sua inovação e autenticidade no cenário pop rock em espanhol, traz à tona uma reflexão profunda sobre a vida contemporânea através de “Sol Bemol”.

No videoclipe, que já pode ser assistido no canal oficial da Marã Música no YouTube, as ferramentas dos opostos são representadas vividamente, destacando o dilema entre a arte e as responsabilidades do cotidiano. “Durante o clipe parece que a arte está ganhando, mas no final a personagem sucumbe à sua luta e perde pro computador”, revela a banda sobre a narrativa visual de “Sol Bemol”.

MIM é uma banda que já deixou sua marca no cenário musical com três álbuns lançados e uma série de conquistas internacionais. Com o talento inegável da vocalista Madame Mim, a banda traz uma experiência musical ímpar, enraizada em influências diversificadas e uma abordagem inovadora.

“Estamos empolgados em compartilhar ‘Sol Bemol’ com nossos fãs e o público em geral. Esta música representa não apenas uma jornada musical, mas também uma exploração dos aspectos mais profundos da existência humana”, afirma a banda.

Com o lançamento de “Sol Bemol”, a banda MIM mais uma vez demonstra sua habilidade de se reinventar e surpreender seus ouvintes. 

CONFIRA A LETRA DE “SOL BEMOL”

Escrita por MIM

 

Está oscuro

Abri la cortina, que entre el sol

Y estas duro

¿Qué hago yo con este sol bemol?

 

Yo me siento, me resuelvo

Desayuno y a trabajar

Un dia mas sin morir de placer

 

Y a cada segundo

Algo descubro

Y a cada segundo

Cambias el discurso

Sobre MIM:

MIM é pop rock atual em espanhol. MIM já lançou três álbuns, sendo o último pela Deckdisc agora se prepara para lançar singles durante o ano de 2024. Lançou também um EP pelo selo argentino Secsy Music, participou de várias coletâneas internacionais, fez duas turnês pela Europa e América Latina. Foi produzida por grandes nomes como Liminha, Plínio Profeat, Carlos Trilha, Edu K, Rodrigo Campello, entre outros. Inclusive o produtor da Lady Gaga, Brendan Sullivan se declarou fã da música “Vaccine” da cantora. Em 2019, Madame Mim deu uma pausa e montou a banda VirGo e agora retorna como MIM ao cenário nacional com seu som mais pop, acostumando assim o público cada vez mais a ouvir música rock cantada em espanhol no Brasil.

A MIM é a banda da Madame Mim, cantora, compositora e guitarrista. Conhecida em seus tempos da MTV Brasil onde atuou durante três anos como humorista ao lado de Dani Calabresa, Marcelo Adnet, Cazé, Marcos Mion, Fábio Rabin, entre outros.. Foi também integrante da seminal banda punk carioca Polux nos anos 90 e fizeram mais de 250 shows por todo o Brasil. Também é co-fundadora do Prêmio MUS e idealizadora do Festival LAB Rock. Madame Mim também é apresentadora, trabalha no canal Music Box Brazil e fez os festivais Pedrada at Home, o programa Estação Pedrada, Unidas In Rock e os programas de rádio “Kiss My Ess” na Kiss FM, o programa sobre sexo e música “Garotas do Programa” e o programa “Uma Banda Por Dia”  com transmissão simultanea no Brasil e Argentina pelas rádios independentes Antena Zero e Buena La Actitud.

Atualmente a MIM conta com Rodrigo Luminatti, cantor e baixista. Um dos fundadores e baixista da banda Motores. Já tocou com Cachorro Grande e atualmente toca também com a banda Superdose e Os Roucos, além de ser produtor de Kiko Zambianchi. O guitarrista Jaques Molina que já tocou com Edu K, Paulo Ricardo e hoje também toca com a banda Sisters of Monster e o baterista Eder Chapolla das bandas Devilish e Naissius.

Sobre Marã Música:

Empresa especializada em Marketing e Relações Públicas, dentro do mercado da música, fundada em janeiro de 2018 na cidade de Jundiaí, no estado de São Paulo. Idealizada e gerenciada por Henrique Roncoletta, vocalista e compositor da banda NDK, a Marã Música atua na conexão de artistas com marcas e empresas, além de atuar também na gestão de imagem, carreiras, projetos, produções artísticas e eventos culturais.

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Música

Banda JIMMY & RATS abre as portas de sua casa musical com o EP “Hecho en Casa”

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  • A sonoridade das três canções do EP reflete não apenas o ambiente caseiro da gravação (ele foi gravado no próprio estúdio de ensaio da banda) mas também a diversidade de influências musicais da JIMMY & RATS. A banda explora uma mistura de country, folk e punk rock, sem medo de experimentar novos elementos sonoros

Ouça agora o EP “Hecho en Casa”

São Paulo, 12 de abril de 2024 – A Marã Música tem o prazer de anunciar o lançamento do novo EP da banda JIMMY & RATS, intitulado “Hecho en Casa”. O EP já está disponível em todas as principais plataformas de música. JIMMY & RATS tem em sua formação Jimmy London, vocalista da banda Matanza Ritual (que além de cantar toca violão e gaita no novo trabalho), Fernando Oliveira (banjo, bandolim, resonator, trompete e voz), Eric Rosa (guitarra), Gajo Loko (acordeon e piano), Bruno Pavio (baixo) e Pedro Faucom (bateria).

“Hecho en Casa” marca uma nova fase na jornada musical da banda, oferecendo aos ouvintes uma experiência autêntica e visceral. O EP foi gravado no próprio estúdio de ensaio da banda, localizado na casa do multi-instrumentista Fernando Oliveira. Esse ambiente caseiro proporcionou uma atmosfera única e acolhedora para a criação deste projeto, refletindo o nome escolhido para o EP.

Ao comentar sobre o conceito por trás de “Hecho en Casa”, a banda compartilhou: “A ideia foi aproveitar um novo lançamento para nos aproximar do público. Para isso, decidimos gravar no nosso próprio estúdio de ensaio, com um equipamento relativamente improvisado, além de novos instrumentos que reforçaram esta pegada mais intimista. O conceito foi criar proximidade e aproveitar isso para produzir um documentário da gravação. Por isso o nome ‘Hecho en Casa'”.

A sonoridade das canções neste EP reflete não apenas o ambiente caseiro da gravação, mas também a diversidade de influências musicais da banda. JIMMY & RATS explora uma mistura de country, folk e punk rock, sem medo de experimentar novos elementos sonoros.

Sobre o processo de composição do EP, o grupo revela: “todas as músicas já tiveram encarnações anteriores, isso também fez parte do conceito. Pegamos músicas compostas para outros momentos e nos demos liberdade total para readaptar para hoje”.

As letras do EP, que é composto por três faixas inéditas, exploram uma variedade de temas, desde reflexões sobre a vida até questões sociais e pessoais. “‘O Jogo’ fala sobre a única certeza da vida, ‘JR’ é autobiográfica e ‘Crime Calado’ versa sobre xenofobia e similares”, compartilha a banda.

O EP chega acompanhado da gravação em vídeo de uma session com todas as faixas do trabalho, feita nos estúdios da ONErpm (em São Paulo), que será lançado no canal oficial da banda no YouTube em breve.

“Hecho en Casa” é o terceiro lançamento da banda (além de vários singles) desde a sua formação em 2018, quando o vocalista Jimmy London se juntou ao RATS, banda que vinha ganhando destaque na cena rock carioca. Com uma trajetória marcada por criatividade e autenticidade, JIMMY & RATS continuam a conquistar o público com sua música vibrante e letras cativantes.

Sobre JIMMY & RATS:

Não demorou muito para que, após o anúncio do fim do Matanza, em 2018, Jimmy London encontrasse um novo lar. Cantor, apresentador do Multishow, ator de séries como “Cidade Invisível” e figura icônica do rock brasileiro, Jimmy se uniu ao grupo carioca Rats para dar início a um novo projeto, batizado de Jimmy & Rats. Após um crowdfunding bem sucedido, Jimmy se juntou aos marujos Fernando Oliveira (banjo e bandolim), Kito Vilela (guitarra e voz), Gajo Loko (acordeon e washboard), Bruno Pavio (baixo acústico) e Pedro Faucom (bateria) para sua primeira viagem, com o lançamento do álbum “Só há um caminho a seguir”, disponível nas plataformas digitais, via Olga Music. 

Sobre Marã Música:

Empresa especializada em Marketing e Relações Públicas, dentro do mercado da música, fundada em janeiro de 2018 na cidade de Jundiaí, no estado de São Paulo. Idealizada e gerenciada por Henrique Roncoletta, vocalista e compositor da banda NDK, a Marã Música atua na conexão de artistas com marcas e empresas, além de atuar também na gestão de imagem, carreiras, projetos, produções artísticas e eventos culturais.

Links Jimmy & The Rats

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